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Integrantes do projeto Caliandras Digitais são selecionadas para mentoria exclusiva do programa Meninas Digitais

A mentoria terá a duração de três meses, com encontros remotos quinzenais

  • Criado: Sexta, 13 de Agosto de 2021, 17h53
  • Última atualização em Quarta, 15 de Setembro de 2021, 13h12
Estudante e professora participaram da abertura do Programa no último dia 9
Estudante e professora participaram da abertura do Programa no último dia 9

Um mundo cada vez mais inclusivo para meninas na área de tecnologia é o que deseja o projeto Caliandras Digitais, desenvolvido no Câmpus Formosa do Instituto Federal de Goiás (IFG) desde 2020.  Nesta semana, duas participantes do Caliandras, a professora de informática Laiane Ricardo de Araujo e a estudante Mariana Gonzaga dos Santos, do curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas (TADS), iniciaram sua participação no programa de mentoria exclusiva Meninas Digitais, da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), instituição sem fins lucrativos, em parceria com a empresa Loggi.

A mentoria tem o intuito de apoiar o desenvolvimento e direcionamento da carreira das estudantes e profissionais de tecnologia, participantes de projetos parceiros do programa Meninas Digitais. No dia 2 de setembro será realizado o primeiro encontro mensal, sobre o tema Trabalhando em Tech, que será um espaço de troca de ideias entre as participantes.

Laiane e Mariana foram selecionadas para o programa Meninas Digitais com mais 43 garotas de todo o Brasil, participantes de projetos, durante o evento Women in Information Technology (Mulheres na Tecnologia da Informação), da SBC. O programa tem o objetivo de divulgar a área da computação e suas tecnologias para meninas do ensino médio e anos finais do ensino fundamental, a fim de incentivar e ampliar a participação das mulheres em carreiras de tecnologia. “Essa participação tende a aumentar, caso projetos, como essa mentoria, continuem existindo e dando força para as mulheres continuarem na área”, afirmou Mariana.

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 79% das ingressantes nos cursos de TI abandonam a faculdade no primeiro ano. Isso se reflete no mercado de trabalho, onde apenas 20% dos profissionais da área são mulheres. A professora Uyara Ferreira Silva, propositora do projeto Caliandras Digitais, é um exemplo da estatística: era a única professora de informática do sexo feminino a atuar no Câmpus Formosa até a abertura do projeto, e hoje, há apenas mais duas na área.

As participantes do Meninas Digitais têm currículo construído no IFG. Laiane teve sua formação acadêmica também no Câmpus Formosa, no curso de TADS. A ex-aluna foi monitora do curso, bolsista pelo CNPq, estagiária remunerada e participou da Campus Party São Paulo. Hoje atua como docente nos cursos do Câmpus.

Mariana é estudante do 6º semestre do curso de TADS; já participou da Semana de Educação, Ciência e Tecnologia do Câmpus (Secitec); fez parte do projeto de ensino Caliandras Digitais: ensino de programação para secundaristas, como bolsista, ministrando aulas de lógica de programação; participou de visitas técnicas à Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), do Câmpus Rio Verde do Instituto Federal Goiano, e participou da Campus Party Goiânia. As várias possibilidades que a área oferece chamaram a atenção de Mariana para o curso. “Acredito que a tecnologia tem poder para mudar o mundo para melhor, e eu gostaria de fazer parte disso”, declarou.

 

Caliandras Digitais

Para participar do programa Meninas Digitais é necessário que o projeto parceiro cadastrado seja proposto e esteja sendo desenvolvido em uma instituição de ensino. A coordenadora do projeto, professora Uyara, cadastrou o Caliandras Digitais no programa após o desenvolvimento de inúmeras ações com estudantes do curso de TADS do Câmpus Formosa.

O Caliandras é fruto do projeto de pesquisa de doutorado da professora intitulado “Análise de Gêneros na Computação”, desenvolvido no Instituto de Informática da Universidade Federal de Goiás (UFG). A intenção do Caliandras Digitais é a retenção das mulheres nos cursos de computação e permanência das profissionais no mercado de tecnologia.

Além do projeto de pesquisa, também foram abertos dois projetos de ensino (já encerrados) sobre o tema: o projeto Caliandras Digitais e o Caliandras Digitais: Ensino de Programação para Estudantes Secundaristas. O último contou com quatro bolsistas pelo edital da Pró-Reitoria de Ensino (Proen), nº 28/2020. Na tarde de hoje, o Conselho Departamental analisou mais um projeto, agora na área de extensão, o English with Caliandras".

 

Quer saber mais sobre o projeto Caliandras Digitais? Siga @CaliandrasDigitais no Instagram.

Conheça mais sobre o Programa Meninas Digitais. Acesse o blog.

Acesse aqui a página eletrônica da SBC.

 

Coordenação de Comunicação Social/Câmpus Formosa

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