Ir direto para menu de acessibilidade.

GTranslate - Tradução do site

ptenfrdeitesth

Opções de acessibilidade

Você está aqui: Página inicial > Últimas Notícias > Reitores reúnem-se com bancada federal goiana para tratar de orçamento
Início do conteúdo da página
Gestão

Reitores reúnem-se com bancada federal goiana para tratar de orçamento

Foram discutidos pontos para elaboração de documento sobre situação financeira

  • Criado: Terça, 01 de Setembro de 2020, 08h12
  • Última atualização em Segunda, 19 de Outubro de 2020, 09h23
Reunião entre reitores de universidades e institutos com bancada federal goiana
Reunião entre reitores de universidades e institutos com bancada federal goiana

Reitores de cinco instituições goianas participaram ontem, 31, de uma reunião com a bancada federal goiana com oito parlamentares. Do Instituto Federal de Goiás, participou o reitor, professor Jerônimo Rodrigues da Silva. O objetivo do encontro foi discutir a elaboração de um documento de manifestação da bancada em defesa da recomposição do orçamento das universidades e dos institutos federais brasileiros.

Além do reitor do IFG, participaram os reitores da Universidade Federal de Goiás, professor Edward Madureira Brasil; do Instituto Federal Goiano, professor Elias de Pádua Monteiro; a reitora da Universidade Federal de Catalão, professora Roselma Lucchese, e o reitor da Universidade Federal de Jataí, professor Américo Nunes da Silveira Neto.

Para Jerônimo, o “pós pandemia” vai demandar mais das instituições, em relação ao retorno das atividades presenciais. “Isso vai impactar mais em relação ao nosso custeio. Chegamos a determinado ponto que não temos para onde correr. Cortes já foram feitos, mas considerando que não cortamos o nosso crescimento. Por exemplo, um orçamento anterior posto ao IFG era de 39 milhões de reais e hoje está em 33 milhões, mesmo com 14 câmpus em funcionamento”, comenta o reitor.

O impacto da redução do orçamento, segundo o reitor, reflete não só nas atividades fins da instituição, como ensino, pesquisa e extensão, inovação tecnológica, mas também no atendimento aos estudantes na instituição, por meio do programa de assistência estudantil. “Isso é relevante, pois 75% dos nossos alunos têm renda per capta de no máximo 1,5 salário mínimo. Então, isso nos preocupa bastante”, pontua Jerônimo. Essa situação, segundo ele, se repete por toda a Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, além das universidades. A ideia com os debates e a produção do documento é tentar reverter a situação.

 

Diretoria de Comunicação Social/Reitoria

 

 

Fim do conteúdo da página