Ir direto para menu de acessibilidade.

GTranslate - Tradução do site

ptenfrdeitesth

Opções de acessibilidade

Você está aqui: Página inicial > Últimas Notícias > Aluna do Câmpus Goiânia é segunda colocada na categoria jovem do Prêmio MapBiomas
Início do conteúdo da página
PREMIAÇÃO

Aluna do Câmpus Goiânia é segunda colocada na categoria jovem do Prêmio MapBiomas

Publicado: Terça, 16 de Junho de 2020, 12h02 | Última atualização em Segunda, 22 de Junho de 2020, 17h10

Iniciativa conta com especialistas na área de cobertura e uso do solo no Brasil e visa incentivar estudantes

imagem sem descrição.

A estudante do curso de Engenharia Cartográfica e de Agrimensura do Câmpus Goiânia do Instituto Federal de Goiás (IFG), Ângela Gabrielly Pires Silva, foi classificada em segundo lugar na categoria jovem do Prêmio MapBiomas. A aluna participou da premiação com o trabalho “Seleção de áreas aptas para implantação de usinas fotovoltaicas baseada em modelo lógica Booleana-Fuzzy”. A premiação simbólica ocorre nesta terça-feira, dia 16, às 17 horas durante live no canal do Youtube do MapBiomas.

O MapBiomas trata-se do Projeto de Mapeamento Anual da Cobertura e Uso do Solo do Brasil, que envolve uma rede colaborativa de especialistas em biomas, uso da terra, sensoriamento remoto, sistema de informações geográficas e ciência da computação que utiliza processamento em nuvem e classificadores automatizados para gerar uma série histórica de mapas anuais de cobertura e uso da terra no país.

A aluna do Câmpus Goiânia conta que soube da oportunidade durante as aulas da disciplina de Sistema de Informações Geográficas II, ministradas pelo professor Édipo Cremon. “Tínhamos que fazer um artigo como parte da nota final utilizando as ferramentas que ele havia ensinado na sala de aula. Nos primeiros dias de aula, ele havia comentado sobre o prêmio do Mapbiomas, e até destacou quais trabalhos poderiam ser enviados, que foram os trabalhos que usariam os dados de uso de cobertura do solo do Mapbiomas. Como o meu trabalho usaria esses dados eu resolvi participar”, afirma. Vale destacar que as aulas foram ministradas no segundo semestre de 2019, época da abertura do edital da premiação.

Em seu trabalho, Ângela buscou mapear as áreas em Goiás que poderiam receber a instalação de usinas fotovoltaicas. Para tanto, a estudante dividiu os dados em estudo em três categorias: técnico, ambiental e econômico. As informações utilizadas na categoria ambiental foram as selecionadas para a participação no prêmio. Elas envolveram dados sobre floresta, área agrícola, hidrografia, centros urbanos e unidades de conservação. Já as informações sobre o fator econômico referiram-se à distância de rodovia, linhas de transmissão, elevação e declividade do terreno. O fator técnico relacionou-se à radiação solar incidente.

Mapas desenvolvidos durante o estudo utilizando a Lógica Booleana-Fuzzy
Mapas desenvolvidos durante o estudo utilizando a Lógica Booleana-Fuzzy

 

Pelo estudo, Ângela concluiu que cerca de 12% da área total de Goiás está apta a receber a implantação das usinas fotovoltaicas. Para chegar a esse resultado, a aluna utilizou as lógicas Booleana e Fuzzy. “Primeiro usei a lógica Booleana que é uma lógica mais rígida. Ela ia me dizer se podia ou não podia construir a usina naquela área de acordo com os parâmetros estabelecidos. Essa lógica tinha como objetivo remover as áreas inaptas. Posteriormente, a lógica Fuzzy foi usada com diferentes tipos de operadores e gráficos para tentar modelar melhor os dados. A lógica Fuzzy varia de 0 a 1 sendo capaz de avaliar o quão apta a área é para esse tipo de implantação”, explica.

Essa é a segunda edição do Prêmio MapBiomas. Ângela, que participou da competição pela primeira vez, acredita que vai levar a experiência tanto para sua vida acadêmica quanto profissional. “Eu vi isso como um estímulo de fazer tudo da melhor forma possível e abraçar as oportunidades que existem sem medo dos desafios. Eu poderia ter feito um artigo para a disciplina só com o objetivo de ser aprovada e não ter dado o meu melhor, mas eu tentei fazer da melhor forma possível para ter um trabalho bom e não apenas um trabalho para passar na matéria. E isso é algo que vou levar além da vida estudantil, tentar fazer o melhor e encarar os desafios existentes, assim como encarei esse prêmio e consegui chegar na final.”

Saiba mais sobre o Prêmio MapBiomas.

 

Coordenação de Comunicação Social do Câmpus Goiânia.

 

Fim do conteúdo da página