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COVID-19

IFG entrega cestas básicas e sabonete líquido em Cabeceiras

Criado: Quinta, 02 de Julho de 2020, 17h42 | Última atualização em Segunda, 28 de Setembro de 2020, 17h13

Insumos para a produção de álcool em gel já se encontram no câmpus.

O diretor-geral do Câmpus Formosa, professor Thiago Gonçalves Dias, e o gerente de pesquisa, pós-graduação e extensão, professor Bruno Quirino Leal, realizaram ontem, 1º de julho, no município de Cabeceiras, Goiás, a entrega de dez cestas básicas a pessoas em situação de vulnerabilidade e à Assistência Social da cidade para distribuição às famílias. As cestas incluem unidades de sabonete líquido glicerinado produzido no laboratório do Câmpus Formosa, pelo professor de Qúimica, Diego Alves Rodrigues.

Outros exemplares de sabonete líquido foram entregues a parceiros, como a empresa doadora de óleo vegetal, Binatural, e a Água Mineral Itiquira, que também participa da ação, com a doação de embalagens de garrafas PET 300ml, 500ml e 1,5l.

Sabonete líquido pronto para distribuiçãoSabonete líquido pronto para distribuição

Dentre as ações de enfrentamento, o câmpus vem realizando escuta online de alunos, arrecadação e doação de alimentos, confecção de máscaras, produção de sabonete líquido e em breve, de álcool em gel. Os insumos para a produção já se encontram no câmpus e os testes iniciais dependem de agendamento do professor Diego.

 

Sabonete líquido

A produção de sabonete líquido glicerinado teve início no mês de maio, pelas mãos do professor Diego, que inicialmente realizou testes com 20 litros doados pela Binatural. O objetivo era chegar a uma formulação adequada com PH próximo a 7,0, boa viscosidade e espumação. Foram realizados quatro testes antes de iniciar a produção.

Equipe do Câmpus doa sabonete líquido ao parceiro de produção, empresa Binatural

O sabonete líquido é produzido com óleo, hidróxido de sódio ou de potássio, essências de erva doce e morango e glicerina. Segundo o professor, a espumação é um dos fatores para um sabonete líquido eficaz, “quanto mais espuma produzida, mais eficiente para eliminar o vírus”. “O sabão forma uma espécie da cápsula que a gente chama de micela. Quando você promove a espumação dele, a evidência da espuma é a formação dessa micela e ela aprisiona a sujeira, micro-organismos, como vírus e bactérias, que com a água você consegue remover”, explicou.

Doadora de garrafas PET ao projeto do câmpus, Água Mineral Itiquira recebe doação da produção inicial do IFG.Doadora de garrafas PET ao projeto do câmpus, Água Mineral Itiquira recebe doação da produção inicial do IFG

Outro fator é o quesito PH, que não deve ser neutro. “PH’s ácidos e básicos vão agredir a camada proteica do vírus, destruindo os dois”, esclareceu o professor. Diego afirmou que o sabonete é mais vantajoso que o álcool em gel porque possui estes dois mecanismos de ação, a formação de micelas e o PH.

O produto produzido no Câmpus Formosa não gera resíduos e possui glicerina, o que garante os cuidados com o meio ambiente e a hidratação da pele. "A intenção agora é utilizarmos essências naturais, fazer a extração de essência de hortelã, erva-doce e outros itens produzidos na estufa do câmpus", concluiu.

 

Setor de Comunicação Social/Câmpus Formosa

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