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Conselho Regional de Química conhece ações do câmpus de combate à Covid-19

Criado: Terça, 16 de Junho de 2020, 18h25 | Última atualização em Sexta, 23 de Outubro de 2020, 10h50

O Conselho Regional de Química da 12ª Região fez a doação de 10 litros de Resingel Ag70, um espessante para a produção de álcool em gel.

Representantes do CRQ conhecem a produção de sabonete líquido do câmpus, acompanhados do diretor-geral, gerente de pesquisa e professor responsável pela ação
Representantes do CRQ conhecem a produção de sabonete líquido do câmpus, acompanhados do diretor-geral, gerente de pesquisa e professor responsável pela ação

O Câmpus Formosa recebeu na tarde de ontem a visita de representantes do Conselho Regional de Química (CRQ) da 12ª Região. O presidente do CRQ, Luciano Figueiredo de Souza, e o chefe de fiscalização, Adriano Monteiro Ayres, conheceram o projeto de produção de sabonete líquido e álcool em gel que serão doados à comunidade.

A dupla foi recepcionada no Laboratório de Química pelo gerente de pesquisa, pós-graduação e extensão, professor Bruno Quirino Leal; pelo professor responsável pelo projeto e produção, Diego Alves Rodrigues; e pelo diretor-geral do Câmpus Formosa, Thiago Gonçalves Dias. Luciano e Adriano foram apresentados à produção de sabonete líquido do câmpus e dialogaram sobre os objetivos da produção e dos mecanismos para a obtenção dos insumos.

Adriano higieniza as mãos com o sabonete do câmpus
Adriano utiliza sabonete líquido do câmpus

Segundo Luciano, a exigência do CRQ para a produção do sabonete líquido é que haja o responsável técnico, a fim de proteger a população contra eventuais problemas ocasionados pelo consumo do produto. O sabonete produzido no câmpus está nos padrões exigidos, próximo ao PH neutro. Diego utiliza materiais não nocivos. “Este projeto é muito bacana, além da responsabilidade ambiental, isso contribui para passar esta visão do controle e é importante até para a instituição, que está trabalhando e apoiando toda a questão ambiental aqui na cidade”, afirmou Luciano, sobre a validade do projeto.

Os efeitos da pandemia são sentidos nos hábitos da população. Lavar as mãos não é típico do brasileiro, mas poderá permanecer quando a rotina for retomada. “Fiquei muito animado porque a gente pode estar tentando estimular nas pessoas, principalmente nas que não têm costume, de estar sempre higienizando as mãos, mesmo pós-pandemia”, relatou Diego. “Às vezes, a pessoa não tinha nem recurso para adquirir [sabonete líquido]; tinha que priorizar o alimento. Tendo a doação, tendo em casa para ser utilizado, certamente vai ser utilizado”, complementou Luciano.

O professor Diego relatou a pretensão do câmpus em, futuramente, envolver os alunos na pesquisa de produtos originários do Cerrado, como farmacêuticos, essências, cosméticos, entre outros. Entretanto, o envolvimento de alunos já está acontecendo a distância. Está previsto para esta semana o recebimento das máscaras que estão sendo cortadas pelos Câmpus Anápolis e Aparecida. O Câmpus Formosa organizará a finalização do produto com a costura, para posterior distribuição. Para isso, contará com a ajuda dos estudantes que possuem máquina de costura e participarão de consulta pública, concorrendo à bolsa de pesquisa.

Luciano e Adriano se disponibilizaram a colaborar com a ação no câmpus, buscando doações de álcool líquido e essências para a produção de sabonete líquido. “A gente tem que estar atuando juntos para fortalecer este combate”, disse Luciano.

 

Setor de Comunicação Social/Câmpus Formosa

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