Coordenação de Relações Internacionais

  • Imprimir
Criado: Terça, 10 de Maio de 2016, 10h01 | Última atualização em Sexta, 31 de Julho de 2020, 11h07

Apresentação

A Coordenadoria de Relações Internacionais (CRI) é um órgão subordinado à Diretoria Executiva e tem por objetivo promover o desenvolvimento de relações internacionais no IFG. É organizada para assessorar o Instituto na realização das atividades de cooperação internacional.

  

Coordenador: Luciano de Paula Pereira Perilo (Técnico em audiovisual)

Contato: (62) 3237-1813

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 

 

Compete à CRI:

- Propor, induzir e viabilizar ações para o desenvolvimento da política institucional de cooperação internacional, promovendo o intercâmbio com outros países na perspectiva da inclusão social, do desenvolvimento do ensino, da pesquisa e inovação de interesse público e do fortalecimento do caráter público e gratuito do Instituto Federal de Goiás;

- Promover atividades de cooperação internacional, com vistas a possibilitar a participação democrática de alunos, professores e técnicos-administrativos do Instituto Federal de Goiás;

- Promover e estabelecer relações com instituições e agências de cooperação técnica, científica e cultural do Brasil e de outros países, na perspectiva de viabilização de intercâmbio, dentro das diretrizes estabelecidas para a cooperação internacional do Instituto Federal de Goiás;

- Propor, promover, induzir, desenvolver projetos e constituir processos que viabilizem acordos e convênios internacionais, dentro das diretrizes estabelecidas pela politica de cooperação internacional do Instituto Federal de Goiás;

- Elaborar projetos de cooperação internacional para apresentação à Diretoria Executiva, formatados, quando for o caso, para encaminhamentos aos órgãos de fomento nacionais e internacionais, na perspectiva de apoio financeiro as programas de intercâmbio de interesse do Instituto Federal de Goiás;

- Orientar, acompanhar e apoiar os estudantes e servidores na elaboração de projetos de intercâmbio, na organização da documentação necessária e nas demais providências antes e durante a realização do intercâmbio;

- Coordenar os processos de admissão, acompanhar, orientar e apoiar os estudantes estrangeiros no Instituto Federal de Goiás;

- Acompanhar e prestar assistência aos participantes e às delegações estrangeiras que se encontrarem desenvolvendo atividades em cooperação com o Instituto Federal de Goiás, no Brasil;

- Propor, apoiar, organizar e realizar eventos internacionais em conjunto com a Coordenação-Geral de Comunicação e Eventos e com a estrutura organizacional dos Câmpus do Instituto Federal de Goiás;

- Prestar apoio e assessoria aos câmpus e aos demais órgãos do Instituto Federal de Goiás em assuntos relativos à cooperação internacional.


Equipe:

Coordenador: Luciano de Paula Pereira Perilo.

Assistente em administração: Karla Aparecida Neres de Oliveira - horário de atendimento 07h às 13h.

Representantes de Relações Internacionais por Câmpus (RRIC's):

Contato:

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.;

Telefone: (62) 3237-1813;

Endereço:  Reitoria - Avenida C-198, Qd. 500 - Setor Jardim América - Goiânia – GO – CEP 74270-040. 


             

    IFG faz Chamada Interna para inscrições em curso preparatório de proficiência em língua inglesa TOEIC Bridge

 

Inscrições até: 28/06/2020  

O curso é uma iniciativa da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação – SETEC/MEC e do Fórum dos Assessores de Relações Internacionais do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica – Forinter/Conif e oferecido pela empresa Mastertest – ETS. O objetivo do curso é preparar a comunidade interna do IFG para o exame de proficiência em língua inglesa TOEIC Bridge, a fim de potencializar o desempenho daqueles que, vierem a fazer o teste TOEIC Bridge na perspectiva de alcance de objetivos relacionados a intercâmbio, mobilidade, seleção em programas internacionais, bem como processos seletivos de diversas naturezas.

Serão ofertadas 500 vagas, totalmente gratuitas e o curso será 100% online, com acesso pela plataforma MOOC, sob a responsabilidade da empresa Mastertest – ETS. 

As inscrições podem ser realizadas das 10h do dia 19/06/2020  às 23h59 de 28/06/2020, a divulgação do resultado preliminar será às 10h de 01/07/2020, já para interposição de recursos contra o resultado preliminar o candidato terá o período de 01/07/2020 a 02/07/2020. O resultado final estará no site do IFG no dia 03/07/2020 e o curso terá inicio a partir de 15/07/2020. 

 

Atenção: todas as pessoas selecionadas devem preencher o seguinte formulário complementar até 05/07/2020 (domingo): https://forms.gle/pwfAttkiyYJX5YvQ9

03/07/2020 - Resultado final Servidores e Discentes: Clique aqui

03/07/2020 - Resultado da análise dos recursos: Clique aqui

01/07/2020 - Resultado preliminar Discentes: Clique aqui

01/07/2020 - Resultado preliminar Servidores: Clique aqui

Formulário de recursos:  Prazo encerrado

Inscrições: Encerradas

Dúvidas entre em contato através do e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Informações da Chamada Interna acesse clicando aqui.

 

Rede Social para Professores

O serviço de cooperação educacional da Embaixada da França desenvolve ações de formação e de comunicação online para professores, através da rede social IFprofs Brésil que pode ser acessada pelo link: https://br.ifprofs.org/ 

 

Bolsas para intercâmbio no Ensino Médio em vários países 

Inscrições até: 17/08/2020

A UWC uma associação sem fins-lucrativos irá selecionar estudantes do mundo todo para fazer intercâmbio em diversos países. O objetivo é reunir as mais variadas culturas, visando promoção da paz global, por isso eles estão ofertando bolsas para intercâmbio no Ensino Médio com duração de até 02 anos.

As informações do processo seletivo podem ser acessadas através do link: https://www.br.uwc.org/

 

                                                   Programa do governo dá bolsas para estudar na Eslováquia

Inscrições até: 31/10/2020

O governo da Eslováquia está oferecendo bolsas de estudos para, doutorandos, professores, pesquisadores e artistas estrangeiros. As inscrições para concorrer ao apoio financeiro possuem dois períodos 31 de abril ou então 31 de outubro.

O National Scholarship Program of the Slovak Republic (NSP) surgiu em 2005.É custeado pelo Ministério da Educação, Ciência, Pesquisa e Esporte da Eslováquia. As bolsas cobrem as despesas durante a estadia no país e subsídios de viagem.

Mais informações em: https://www.scholarships.sk/en/main/o-programe

                                         https://www.scholarships.sk/

 

                                                            Bolsa para mestrado em economia agrícola na Alemanha

Inscrições até 01/12/2020

O programa do Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD) que oferece bolsas para estudantes de países em desenvolvimento está ofertando vaga em bolsa integral para mestrado em economia agrícola na Alemanha e será ministrado em língua inglesa, os interessados poderão se informar sobre o processo seletivo através do link: https://hohcampus.verw.uni-hohenheim.de/qisserver/pages/cs/sys/portal/hisinoneStartPage.faces?chco=y

Ou ainda pelo link: https://partiuintercambio.org/bolsas-de-estudo/daad-tem-bolsa-para-mestrado-em-economia-agricola-na-alemanha/

 

                                                                  Bolsa para mestrado em ecologia na Alemanha 

Inscrições até: 15/12/2020

A Universidade de Greifswald está oferecendo vagas para mestrado na Alemanha com bolsa do DAAD, o curso é orientado para a pesquisa.

Para concorrer a bolsas de estudos é necessário se candidatar até o 15/12/2020 de dezembro, a candidatura deve ser feita via e-mail (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.).

Mais informações em: https://biologie.uni-greifswald.de/en/teaching/study-courses-leading-to-a-master-of-science-degree/msc-landscape-ecology-and-nature-conservation/

https://biologie.uni-greifswald.de/storages/uni-greifswald/fakultaet/mnf/biologie/0_bio_general/studium_und_lehre/msc_laoek/Scholarship_Info_LENC_EPOS_2020.pdf

 

                                              Bolsa para estudar na Finlândia: doutorado e pesquisa EDUFI

Inscrições até: 31/12/2020

O EDUFI Fellowships programa destinado a estudantes de doutorado e pesquisadores de todas as áreas de estudo interessados em uma bolsa de estudos na Finlândia. Podem se inscrever candidatos que desejam realizar o doutorado pleno ou doutorado sanduíche na Finlândia ou doutorandos e pesquisadores que queiram pesquisar neste país por um tempo.

A bolsa é custeada pelo governo finlandês e dura de três meses a um ano. O valor mensal oferecido é de 1.500 euros. O valor visa cobrir despesas de manutenção do bolsista no país. Mas, não há valor adicional para acomodação, e as despesas de viagem também ficam a cargo do candidato. 

Mais informações em: https://www.oph.fi/en/development/edufi-fellowship?utm_source=Partiu%20Intercambio&utm_medium=post&utm_campaign=edufi

 

Bolsas de pós-graduação para mulheres em qualquer lugar do mundo

Inscrições até: 21/01/2021 

Estão abertas as inscrições para o edital do Dorothy Marchus Senesh Fellowship for Women from Countries in the Global South in Peace and Development Studies, que oferecerá bolsas de pós-graduação para mulheres em qualquer lugar do mundo.

A cada biênio o projeto seleciona duas candidatas com 5 mil dólares anuais. As bolsas duram dois anos, o valor total do benefício é de 10 mil dólares.

Podem se inscrever mulheres cujos estudos tenham relação com os objetivos da Associação de Pesquisa pela Paz (IPRA, na sigla em inglês).

As candidatas devem ser graduadas e precisam terem sido aceitas em uma pós-graduação em qualquer lugar do mundo. O programa tem como critério a necessidade financeira.

Para concorrer é preciso preencher um formulário em inglês ou espanhol e enviá-lo para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Mais informações em:

https://iprafoundation.org/2020-senesh-fellowship-announcement/03

https://iprafoundation.org/2020-senesh-fellowship-announcement/ 

                                             


                                

                                         Intercâmbio é tema de roda de conversa no IFG Aparecida de Goiânia 

Professores relataram a estudantes do Ensino Médio Técnico suas experiências como intercambistas e uma voluntária da AFS apresentaram informações sobre atuação da organização 

A voluntária do AFS, Ana Carolina Fernandes da Luz, e os professores do IFG Kelio Júnior e Liberato Santos falaram de diferentes experiências e intercâmbio em roda de conversa sobre o assunto

A voluntária do AFS, Ana Carolina Fernandes da Luz, e os professores do IFG Kelio Júnior e Liberato Santos falaram de diferentes experiências e intercâmbio em roda de conversa sobre o assunto

Estudantes dos cursos técnicos integrados ao Ensino Médio do IFG – Câmpus Aparecida de Goiânia participaram nesta quarta-feira, 25 de setembro, de uma roda de conversa sobre intercâmbio. O assunto, que já havia despertado ou aumentado o interesse de muitos deles desde que o câmpus recebeu três intercambistas no ano passado, foi abordado pela voluntária do programa de Intercâmbio American Field Service (AFS), Ana Carolina Fernandes da Luz, e pelos professores Kelio Junior Santana Borges e Liberato Silva dos Santos, respectivamente, de Língua Portuguesa no Câmpus Aparecida de Goiânia e de Língua Inglesa no Câmpus Goiânia.

O AFS é uma organização não governamental e sem fins lucrativos, que começou a atuar no Brasil na década de 50. A atividade sobre intercâmbio no IFG Aparecida foi organizada pela representante do programa Idioma sem Fronteiras (ISF/MEC) no câmpus e representante local da Coordenação de Relações Internacionais do IFG, professora Rejane Maria Gonçalves Maia, que ministra a disciplina de Língua Inglesa. Ela avalia que a roda de conversa se configurou como uma importante ação de internacionalização, por ter favorecido a discussão sobre intercâmbio entre os estudantes. “É oportunidade de ampliar o horizonte e a formação educacional/profissional ao se considerar oportunidades para além das fronteiras do país”, afirmou.

 

Os professores Liberato Santos e Kelio Junior falaram de suas próprias experiências de estudo no exterior. Liberato morou nos Estados Unidos, onde cursou um ano de High School (equivalente ao Ensino Médio no Brasil), no final da década de 80, como intercambista do AFS.  Kelio, por sua vez, fez recentemente um Doutorado-Sanduíche  financiado pela CAPES, tendo ficado por um ano na Itália, país onde também já havia feito dois cursos de idioma. Eles relatam que a riqueza da experiência está muito além do aprendizado de uma língua e cultura diferentes.

 

Ampliação de horizontes

“Por meio desse contato com essa outra cultura, pude olhar meu objeto de estudo com nova perspectiva, encontrando novas possibilidades de abordagem”, afirma o professor Kelio. Para ele, a experiência de estudar em outro país possibilita a ampliação de horizontes intelectuais e sentimentais, o que traz inclusive a superação do conceito do que seja “estrangeiro” ou “outro”. “A certa altura ocorre una troca que desconsidera esses rótulos”, diz.

O professor Liberato Santos é um grande incentivador das ações de Relações Internacionais no IFG e comenta que conversas sobre intercâmbio e sobre internacionalização estão ficando mais frequentes na Instituição. Ele vê muitos e diferentes benefícios nessas ações: “Eu diria que o intercâmbio nos enriquece culturalmente, intelectualmente e espiritualmente de maneiras que nós nem imaginamos. Eu também diria que esse enriquecimento acontece tanto quando viajamos para algum lugar quanto quando recebemos alguém de fora em nossas casas e em nossa instituição”.

A experiência de receber estudantes estrangeiros é vivenciada pela voluntária do AFS Ana Carolina Fernandes da Luz há alguns anos. Ela conta que conheceu o programa quando já era estudante de nível  superior, um dos motivos pelos quais não chegou a fazer o intercâmbio na adolescência, mas já recebeu em sua casa estudantes da Itália, África do Sul e Hungria, estando atualmente hospedando dois intercambistas, da Alemanha e da Tailândia. “Essa convivência e o trabalho que eu realizo no AFS é uma experiência que não tem preço”, relata Ana Carolina.

A representante do programa de intercâmbio destaca que a parceria da organização com o Instituto Federal de Goiás tem sido muito positiva. Ela comenta que a escola é um ótimo ambiente para os estudantes estrangeiros, pela estrutura, a educação em tempo integral e os cursos técnicos. Aos estudantes que desejam informações sobre cursar parte do equivalente ao Ensino Médio no exterior ou hospedar estrangeiros em sua residência, ela recomenda visitar o site www.afs.org.br ou o perfil @afsgoianiaoficial no Instagram. Para quem tem mais de 18 anos, as oportunidades são de trabalho voluntário ou cursos direcionados a atividades específicas, como idiomas, culinária, esportes e outros.

Aos estudantes que já estão na graduação, o professor Kelio dá algumas dicas, como pesquisar bolsas nacionais, apesar das poucas oportunidades existentes, e bolsas estrangeiras para brasileiros, por meio de editais e processos seletivos específicos. Ele avalia que a experiência possibilita a formação de um profissional mais completo, “um indivíduo em que se reconhecem aspetos e concepções plurais de interpretação do objeto e da área com que trabalha”, diz. O professor chama a atenção para o fato de que isso só é possível com dedicação do estudante. Aos interessados, ele recomenda o estudo de diferentes idiomas. 

Coordenação de Comunicação Social e Eventos / Câmpus Aparecida de Goiânia.

 

INTERCÂMBIO

CONIF publica resultado da seleção para intercâmbio no Japão

Criado: Quinta, 19 de Setembro de 2019, 14h35

A aluna Clara Marcelino Ribeiro de Sousa, estudante do IFG, foi uma das selecionadas.imagem sem descrição.

O resultado da seleção previsto no Edital Conif/AI nº 1/2019 foi publicado nesta quinta-feira, 19/9, pelo Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif).

Além da aluna Clara Marcelino Ribeiro de Sousa, do Instituto Federal de Goiás, foram selecionados para o Sakura Science High School Program (SAKURA SHSP, na sigla em inglês) os estudantes: Antônio Victor Machado de Oliveira, do Instituto Federal do Espírito Santo; Gabriela Tomaz do Amaral Ribeiro, do Instituto Federal Sul-rio-grandense; Julia Vieira Saliba Rebouças, do Instituto Federal de Brasília; Liandra Giovanna Carvalho Góes, do Instituto Federal de Roraima; Lucas Morais Barreto, do Instituto Federal da Bahia; Nicole Citadin, do Instituto Federal de Santa Catarina; Normando Dutra dos Santos Filho, do Instituto Federal do Acre; Robson Luan do Nascimento de Sousa, do Instituto Federal do Maranhão e Victor Gustavo Pires Ferreira, do Instituto Federal do Triângulo Mineiro.

Os jovens participarão, em novembro, de um intercâmbio de curta duração no Japão que inclui: imersão na área de ciência e tecnologia avançada, participação em aulas especiais com ganhadores do Prêmio Nobel e demais atividades ao lado de discentes japoneses e de outros países. As atividades in loco serão acompanhadas por dois servidores da Rede Federal.

Em parceria com a Agência de Ciência e Tecnologia do Japão (JST, na sigla em inglês) e a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação (MEC), o programa custeará todas as despesas dos representantes brasileiros – passagens aéreas, hospedagem, alimentação, transporte terrestre no Japão, seguro-viagem e visto japonês. Somente os valores referentes à emissão do passaporte e a viagem para entrevista no consulado japonês para obtenção do visto não serão cobertos.

A lista com o nome dos estudantes selecionados foi enviada ao MEC. O órgão agora fará a intermediação junto à Agência de Ciência e Tecnologia do Japão, responsável pelo programa, para dar prosseguimento ao processo.

 

Confira o cronograma das próximas etapas:

Prazo para envio do passaporte ou comprovante de solicitação do passaporte – até 23 de setembro de 2019

Data provável da viagem ao Japão – 23 de novembro de 2019

Data de início do Sakura SHSP – 24 de novembro de 2019

Data de encerramento do Sakura SHSP – 29 de novembro de 2019

Data provável de retorno ao Brasil – 30 de novembro de 2019

 

Mais informações: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Acesse o Edital Conif/AI nº 1/2019 – SAKURA SHSP 

 

Diretoria de Comunicação/Reitoria com informações da Assessoria de Imprensa do Conif.

 

 COMITIVA

Professores do IFG participam de Seminário Internacional

Criado: Terça, 03 de Setembro de 2019, 17h21

Evento foi organizado pela Associação Brasileira de Professores de Língua Inglesa da Rede Federal de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (ABRALITEC)

 Participantes do IFG que estiveram no eventoParticipantes do IFG que estiveram no evento

Um grupo composto por nove professores do Instituto Federal de Goiás (IFG) participou do II Seminário Internacional da Associação Brasileira de Professores de Língua Inglesa da Rede Federal de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (ABRALITEC), realizado entre os dias 28 e 30 de agosto em Recife (PE). A comitiva do IFG participou ativamente do evento em atividades como lançamento de livro, ministração de workshop, apresentação de trabalhos, participação em mesa-redonda e outras ações. A Instituição contou com representantes dos câmpus Anápolis (1), Aparecida de Goiânia (1), Goiânia (1) Goiânia Oeste (3), Senador Canedo (1), Uruaçu (1) e uma participante da reitoria. Veja lista dos nomes ao final do texto.

“O evento foi, sem margem de dúvida, uma oportunidade única de aprendizagem. Por ser um evento internacional tivemos a possibilidade de não somente conhecer o trabalho que nossos colegas estão realizando em seus câmpus do IFG, mas também de dialogar com docentes de outros institutos federais, como IFAL, IFBA, IFRJ, IFRN, IFFAR, IFMG, e também com docentes pesquisadores de outros países”, pontua a representante do Câmpus Anápolis, professora Aline Gomes da Silva. Durante o evento, a docente do IFG foi eleita para compor o Conselho da ABRALITEC representando a região Centro-Oeste. Dessa forma, o Instituto conta com duas representantes na diretoria da Associação uma vez que a professora Juliana Paula Squinca, do Câmpus Uruaçu, foi reeleita para o cargo de 1ª secretária.

Outro destaque da participação do IFG no seminário foi o lançamento de dois livros que levam a assinatura da professora Maria Eugênia Sebba Ferreira de Andrade, do Câmpus Senador Canedo. O livro “Formação Continuada Crítica de Professoras de Inglês: problematização de discursos e constituição ética do sujeito” é resultado dos estudos compilados em sua tese de doutorado. Já a obra intitulada “(Trans)formação de professoras/es de línguas: demandas e tendências da pós-modernidade” foi organizada pela professora Maria Eugênia em parceria com Roberta Carvalho Cruvinel (que pertence ao quadro de docentes do Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Goiás) e Maria José Lacerda Rodrigues Hoelzle (da Secretaria Municipal de Educação de Goiânia).

O evento foi realizado na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e contou com a participação de pesquisadores de renome nacional e internacional nas áreas de linguística aplicada e de literaturas anglófonas e da rede técnica de ensino. Foram realizadas palestras, mesas-redondas, oficinas e sessão de pôsteres. Destaca-se a realização de uma mesa-redonda composta por representantes das cinco regiões do país que teve o objetivo de mapear o ensino de língua inglesa na rede, identificar problemas e demandas dos profissionais da área. Saiba mais sobre o evento AQUI.

 Representaram o IFG os seguintes docentes: 

Câmpus Anápolis: Aline Gomes da Silva

Câmpus Aparecida de Goiânia: Rejane Maria Gonçalves Maia

Câmpus Goiânia:  Liberato Silva dos Santos

Câmpus Goiânia Oeste: Pauliana Duarte Oliveira, Luciana, Paula Graciano

Câmpus Senador Canedo: Maria Eugênia Sebba Ferreira de Andrade

Câmpus Uruaçu: Juliana Paula Squinca

Reitoria: Suelene Vaz da Silva (Coordenadora de Relações Internacionais do IFG)

 

Coordenação de Comunicação Social/Câmpus Anápolis

  

RELAÇÕES INTERNACIONAIS

Internacionalização chega aos câmpus com representantes locais

Servidores serão intermediadores nas questões que envolvem intercâmbio, ações e projetos internacionais

  • Criado: Quarta, 31 de Julho de 2019, 13h14

Reunião entre representantes das Relações Internacionais nos câmpus

 Reunião entre representantes das Relações Internacionais nos câmpus

 

Os 14 câmpus do Instituto Federal de Goiás (IFG) passam a contar a partir de agora com um servidor representante local da coordenação de Relações Internacionais (CRI) da Instituição. O objetivo é estabelecer um diálogo entre a comunidade de cada unidade com a Reitoria, desempenhar ações conjuntas que promovam a internacionalização no Instituto, ampliando parcerias, programas, cooperações em âmbito institucional e nos câmpus. Eles serão um canal de comunicação entre o câmpus e a CRI e também atuarão como multiplicadores de informações e desenvolvimento de ações, que envolvem questões internacionais.

O grupo realiza durante todo o dia de hoje, 31, uma primeira reunião para discutir o plano de ação proposto pela CRI, como funcionará o trabalho local, desafios, trançando um panorama de como estão as atuais ações de internacionalização em âmbito do IFG. Durante a manhã, na reitoria, foram apresentados os membros e informações sobre os desafios e os canais de comunicação que a relações internacionais utiliza hoje para divulgação de informações, projetos e oportunidades de intercâmbio, por exemplo.

Entre os desafios apontados pela coordenadora da área, a professora Suelene Vaz, estão: o desconhecimento da comunidade acadêmica do papel, da importância e até da conceituação do que é a internacionalização e de como ocorre, por exemplo, um processo de estudos de servidores em outro país, o que é necessário, as condições financeiras, qual papel do IFG e qual o papel da instituição estrangeira de destino, a falta de orçamento institucional específico para ações de relações internacionais, dentre outros. Esses representantes, segundo ela, vão suprir justamente essa demanda de apresentar o trabalho que a relações internacionais desenvolve, as formas que servidores ou estudantes podem participar ou mesmo propor parcerias e ações, estabelecendo uma interlocução do câmpus com a reitoria.

O trabalho dos representantes também engloba a revisão de documentos institucionais, como o atual regimento geral, que está em discussão e que estabelece as funções de cada setor, a Resolução do IFG nº 4, de 23 de fevereiro de 2014, e a portaria IFG nº 1.541, de 8 de julho de 2016. O desenvolvimento ainda da Política Linguística e de Internacionalização também esteve na pauta como atribuição do grupo. Estabelecer e aprimorar os fluxos dos processos de internacionalização, promover estágios, capacitação e outras propostas foram discutidas.

Rede

Suelene acredita que o trabalho na área de internacionalização deve ser feito em rede, não apenas entre os câmpus do IFG, mas entre as instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e as instituições públicas de ensino, como as universidades. “Precisamos trabalhar em conjunto, somos um todo diferente, mas somos um todo. Precisamos ampliar a percepção da internacionalização no IFG, já fizemos isso em reunião do Colégio de Dirigentes, mas vocês agora têm esse papel também nos câmpus”, afirma.

Professor do Câmpus Goiânia, Liberato Silva dos Santos destaca a importância de formar e inserir os professores de uma forma geral no contexto da internacionalização, baseando em relatos que já ouviu de alunos da Instituição intercambistas. “Os intercambistas vão pra fora e voltam sem ter pessoas com quem conversar sobre a experiência, dentro do seu câmpus”, conta. Para o professor do Câmpus Anápolis Luciano Nunes da Silva não há outro caminho a não ser a internacionalização. Ele defende a criação e disseminação de uma cultura de internacionalização para que se tenha avanços.

Entre as ações de internacionalização que o IFG desempenha estão os intercâmbios entre servidores e estudantes da Instituição e estrangeiros, acordos de cooperação com vários países, ações na área de línguas. Além disso, projetos que ensinam, por exemplo, a língua portuguesa a estrangeiros, tradução de documentos, dentre outros. A área é vasta, mas precisa, segundo a coordenadora, de apoio local em cada câmpus na execução de ações. A CRI atuará como setor de apoio, de promoção e inventivo ao desenvolvimento de projetos locais, que podem envolver servidores e alunos. Normalmente, são atividades que estão ligadas ao ensino, à pesquisa ou à extensão, que precisa de um aporte e coordenação de um servidor e/ou envolvimento de estudantes para que possam se efetivar.

 

Plano de trabalho

Entre as ações do plano de trabalho apresentado pela CRI aos representantes estão a atualização da página eletrônica da coordenação no portal institucional, onde estão disponíveis informações sobre os acordos de cooperação, as oportunidades de intercâmbio e realização de cursos. Será criado nessa página um espaço para que cada câmpus possa dispor de informações sobre os projetos e atividades de internacionalização locais, via esses representantes das Relações Internacionais, dentre outros.

Está prevista também uma reunião com os coordenadores dos núcleos de pesquisa nas unidades para mapear se há pesquisas em andamento que têm como tema a internacionalização no e do IFG, buscando informações como o nome da pesquisa, dados do pesquisador, instituições parceiras, ações, editais de fomento nessa área e publicações conjuntas entre o IFG e as instituições estrangeiras.

Outras ações previstas no plano de trabalho: investigar se há projetos de internacionalização nos câmpus, se há servidores realizando mestrados e doutorados no exterior, os servidores fluentes em outras línguas, saída de servidores para apresentação de trabalhos científicos e outras ações no exterior, fluência em línguas estrangeiras de alunos, formação de banco de dados de estudantes estrangeiros, desenvolvimento de cursos de capacitação em internacionalização, elaboração de projetos para editais de fomento etc.

 

Mais informações sobre a coordenação de Relações Internacionais e as ações desenvolvidas, estão disponíveis na página eletrônica: https://www.ifg.edu.br/cri.

Veja os representantes de cada câmpus (Portaria nº 1.354/2019)

Diretoria de Comunicação Social/Reitoria.

 

 


                          

  


 Contato de Pesquisadores Internacionais

 Lista repassada pela PROPPG de contatos dos pesquisadores estrangeiros.


 Resoluções 

 

Documentos

  • Anexo 1 - Plano de estudos (.ODT 85 KB) - Documento que prevê o conjunto de atividades de natureza acadêmica, científica, artística e/ou cultural, que o estudante poderá cumprir na Instituição de destino.

 

 

 


 

 O IFG possui acordos de cooperação e/ou projetos com instituições internacionais, organizações, associações, empresas de intercâmbio e escolas de idiomas, no próprio território nacional e em outros países como: Alemanha, Argentina, França e Portugal.

 

Esses acordos de cooperação e/ou projetos preveem o compartilhamento de informações, conhecimentos e experiências em âmbito cultural, científico e tecnológico, com o propósito de ampliar a qualidade do ensino, da pesquisa, da extensão e da gestão da Instituição.

 

ACORDOS DE COOPERAÇÃO VIGENTES:

 

- Acordo de Cooperação com a Alemanha:

1. Instituição parceira: Universidade de Ciências Aplicadas de Aachen - FH Aachen 

 

- Acordos de Cooperação com a Argentina:

1. Instituição parceira: Universidad Nacional de Las Artes – UNA

2. Instituição parceira: Universidad Nacional de Mar Del Plata - UNMDP

3. Instituição parceira: Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais - FLACSO (SEDE ARGENTINA)

 

- Acordo de Cooperação com a Cuba:

 1. Instituição parceira: Universidade das Artes - ISA

 

- Acordos de Cooperação com a Espanha:

1. Instituição parceira: AULA Municipal de Teatro de Lleida

2. Instituição parceira: Centro Internacional de Métodos Númericos em Engenharia (CIMNE)

3. Instituição parceira: Universidade de Santiago de Compostela

4. Instituição parceira: Universidade de Vigo - UVIGO 

 

- Acordos de Cooperação / Protocolo de Intenções com a França:

1. Instituição parceira: Universidade de Poitiers

2. Instituição parceira: SIGMA Clermont

3. Instituição parceira: École des MInes Alès (EMA)

 

- Acordo de Cooperação com a Finlândia:

 1. Instituição parceira: Universidade de Oulu

 

- Acordo de Cooperação com a Itália:

 1. Instituição parceira: L'Università di Pisa

 

- Acordo de Cooperação com o Marrocos:

 1. Instituição parceira: Universidade Chouaib Doukkali

 

- Acordo de Cooperação / Carta de Intenções com o México:

  1. Instituição parceira: Universidade Tecnológica de Cancún

 

- Acordo de Cooperação com Moçambique:

  1. Instituição parceira: Universidade de Eduardo Mondlane

 

- Acordos de Cooperação com Organizações de Intercâmbio

1.   Instituição parceira: AFS Intercultura Brasil

2.   Instituição parceira: AIUSA / Inter-Brasil

   

- Acordos de Cooperação com Portugal :

1. Instituição parceira: Laboratório Nacional de Engenharia Civil

2. Instituição parceira: Instituto Politécnico de Santarém

3. Instituição parceira: Instituto Politécnico de Viseu

4. Instituição parceira: Instituto Politécnico do Porto

  

- Acord de Cooperação com a Suécia:

1. Instituição parceira: Faculdade de Tecnologia, Universidade Linnaeus 

 

ACORDOS DE COOPERAÇÃO NÃO VIGENTES:

 

- Acordos de Cooperação com a Alemanha:

1. Instituição parceira: Deutsche Gesellschaft Für Internationale Zusammenarbeit

2. Instituição parceira: Universidade de Ciências Aplicadas de Aachen 

 

 - Acordo de Cooperação com o Canadá:

1. Instituição parceira: Cégep Trois - Rivières

 

- Acordo de Cooperação com a Espanha:

1.  Instituição parceira: Universidade de Santiago de Compostela

 

 - Acordo de Cooperação / Memorandos de Entendimento com os  Estados Unidos da América:

1. Instituição parceira: North Virginia Comunity College

 

- Acordo de Cooperação com Cabo Verde:

1. Instituições parceiras: Ministério do Trabalho, formação Profissional e Solidariedade Social - Cabo Verde  e    SETEC - MEC

 

- Acordo de Cooperação com a Itália:

1. Instituição parceira: Università degli Studi di Ferrara

 

 - Acordos de Cooperação com Portugal: 

 1. Instituição parceira: Instituto Politécnico da Guarda 

 2. Instituição parceira: Instituto Politécnico de Coimbra

 3. Instituição parceira: Instituto Politécnico de Viseu

 4. Instituição Parceira: Instituto Politécnico do Porto 

 

 - Acordo de Cooperação com o Uruguai: 

1. Instituição parceira: Consejo de Educación Técnico Profesional

 


 

ALEMANHA

- Pesquisa: Brasil-Alemanha de fomento ao aproveitamento energético de Biogás no Brasil – PROBIOGÁS

-  Instituições coparticipantes: 

  • Brasil - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás – IFG (Câmpus Goiânia).
  • Alemanha - Deutsche Gesellschaft für Zusammenarbeit – GIZ GmbH

-  Representantes:

  • professor Joaquim Werner Zang (IFG – Câmpus Goiânia)
  • professor Wolfgang Roller (GIZ)

 -  Agência financiadora: Associação Alemã de Cooperação – GIZ

  •  Início: 28/10/2013
  • Vigência: 48 meses
  • Término: 28/10/2017

  

- Pesquisa: Reciclagem de nutrientes de resíduos do processamento termoquímico de bagaço e palha – ASHES

-  Instituições coparticipantes:

  • Brasil - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás – IFG, 
  • Brasil - Universidade Federal de Goiás – Escola de Agronomia
  • Brasil - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
  • Brasil - Centro Nacional de Referência em Biomassa (USP) – CENBIO
  • Brasil - Laboratórios Nacionais Agropecuários do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – LANAGRO/MAPA
  •  Alemanha - Centro de Pesquisa – Jülich FZ Jülich
  • Alemanha - Cluster Industrial Biotechnology – CLIB2021
  • Alemanha - Leibniz Centre for Agricultural Landscape Research – ZALF
  • Alemanha - Universidade de Ciências Aplicadas de Trier – HS-Trier
  • Alemanha - German Society for Chemical Engineering and Biotechonology – DECHEMA
  • Alemanha - Karlsruhe Institute of Technology – KIT
  • Alemanha - Institute FRAUNHOFER 
  • Alemanha - German Federal Institute for Materials Research and Testing – BAM

-  Representante:

  • professor Joaquim Werner Zang (IFG/ Câmpus Goiânia)

-  Agências financiadoras: Ministério Alemão de Educação e Pesquisa – BMBF; Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo e Agência do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCT/Fapesp (Goiânia)

  • Início: 08/01/2014  
  • Vigência: 36 meses
  • Término: 08/01/2017

 

- Pesquisa: Otimização de fermentação anaeróbia de resíduos da indústria de Bioetanol no Brasil – i-NoPa Biogás

- Instituições coparticipantes:

  • Brasil - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG)
  • Brasil - Universidade Federal de Goiás (UFG)
  •  Alemanha - Centro Alemão para Pesquisa de Biomassas – DBFZ e Universidade de Rostock – Uni Rostock

 - Representante: professor Joaquim Werner Zang (IFG/ Câmpus Goiânia)

 - Agências financiadoras: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior  – CAPES; Deutscher Akademischer Austauschdienst – DAAD e Associação Alemã de Cooperação – GIZ

 * O projeto inclui 12 de bolsas de doutorado e pós-doutorado

  • Início: 01/01/2014  
  • Vigência: 12 meses
  • Término: 01/01/2015

 

 

- Pesquisa: Aproveitamento de resíduos da indústria sucro-energético para produção de energia, fertilizantes e condicionadores de solo – PURESBIO

 - Instituições coparticipantes:

  • Brasil - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG)
  • Brasil - Universidade Federal de Goiás (UFG)
  • Brasil - Centro Nacional de Referência em Biomassa (USP) – CENBI
  • Brasil - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária  (Embrapa)
  • Brasil - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo e Agência do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCT/Fapesp
  • Alemanha - Centro de Pesquisa Jülich – FZ Jülich
  • Alemanha - Cluster Industrial Biotechnology – CLIB2021
  • Alemanha - Leibniz Centre for Agricultural Landscape Research – ZALF 
  • Alemanha - Universidade de Ciências Aplicadas de Trier – HS-Trier
  • Alemanha - German Society for Chemical Engineering and Biotechonology – DECHEMA

Representante: professor Joaquim Werner Zang (IFG/ Câmpus Goiânia)

Agências Financiadoras: Ministério Alemão de Educação e Pesquisa – BMBF, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo e Agência do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCT/Fapesp

  • Início: 08/01/2014   
  • Vigência: 36 meses
  • Término: 08/01/2017

 

 

 


 AFS Intercultura Brasil 

 Banco Santander

O banco Santander possui iniciativas como programas de bolsas, ciência e inovação, empreendedorismo, transferência tecnológica e apoio a projetos universitários, por meio do Santander Universidades. Dessa forma, o banco Santander contribue com a internacionalização da atividade acadêmica e com a transferência de conhecimento do campus para a sociedade. Mais informações: Acesse

Deutsche Gesellschaft Für Internationale Zusammenarbeit - Alemanha

Instituto Politécnico do Porto - IPP - Portugal

SIGMA Clermont - França

Universidade de Ciências Aplicadas de Aachen - Alemanha

Universidade de Santiago de Compostela - Espanha

Universidade Nacional de las Artes - UNA - Argentina

Universidade Nacional de Mar del Plata - UNMDP - Argentina

Universidade de Santiago de Compostela

 


      1. Como o IFG percebe internacionalização?

Internacionalização no IFG é concebida como um processo de intercâmbio educacional, científico e tecnológico, que privilegia os servidores e discentes por meio de acordos e convênios, para alavancar qualitativamente o desenvolvimento institucional em busca da troca cooperativa de conhecimento e competências.

      2. Qual o setor que auxilia o IFG no processo de internacionalização?

A Coordenação de Relações Internacionais (RI) está responsável por apoiar o IFG nas ações de internacionalização.

      3. Atualmente, qual a estrutura organizacional da RI no IFG?

Reitor (Prof. Jerônimo Rodrigues da Silva) -> Diretora Executiva (Profa. Adriana dos Reis Ferreira) -> Coordenação de Relações Internacionais (Coordenador Luciano de Paula Pereira  Perilo e a Assistente Karla Aparecida Neres de Oliveira) e  um Representante de Relações Internacionais por Câmpus conforme portaria que pode ser acessada clicando aqui.

        4. A Coordenação de Relações Internacionais possui um site?

A página da Coordenação de RI está no menu do site do IFG <www.ifg.edu.br>, no termo Internacional. Nesse ícone, você encontrará informações sobre editais que oferecem oportunidades de intercâmbio, sobre eventos no exterior, países/instituições que possuem convênios assinados com o IFG, entre outros assuntos.

        5. O IFG oferece oportunidades de intercâmbio para instituições estrangeiras?

O IFG não possui recursos financeiros para custear programas de intercâmbios, portanto o IFG atua como mediador na divulgação de editais com fomento de outras organizações. O MEC, por exemplo, é um dos promotores de oportunidades de intercâmbios com bolsas <http://www.capes.gov.br/editais-abertos>. Contudo, há projetos, desenvolvidos por professores do IFG que preveem bolsas para alunos de graduação e pós-graduação.

        6. Se eu participar de um intercâmbio em outro país, eu atraso meu curso no IFG?

Não há uma resposta fechada para esse questionamento. O IFG ainda não possui uma política de internacionalização que regulamente a saída de alunos e o aproveitamento de créditos/disciplinas. Cada aluno precisará ter seu processo avaliado de forma independente pela coordenação do curso, com respaldo da PROEN.

        7. É necessário saber uma língua estrangeira (LE) para participar de um intercâmbio?

A comprovação de conhecimento em uma LE dependerá do edital ao qual a pessoa está concorrendo. O mais comum é a exigência de conhecimento na língua de instrução da instituição para onde a pessoa irá. Por exemplo, o Canadá. Há instituições que ministram aulas em francês, outras em inglês, tal fato influenciará em qual LE o candidato terá que comprovar proficiência.

         8. O IFG aplica prova/exame de proficiência?

No momento não. O candidato terá que entrar em contato com instituições que aplicam essas provas (geralmente cursos de línguas estrangeiras) e pagar por elas.

        9.Quais os exames de proficiência mais comuns? E quais as notas/pontuações que eles atribuem?

 ·       Inglês: TOEFL e IELTS (CPE - Certificate of Proficiency in English) e exames de proficiência de Cambridge (CAE - Cambridge Advanced Examination).

TOEFL e IELTS são os dois mais comuns para a língua inglesa e podem inclusive ser exigidos por universidades de países em que esta não é a língua oficial, mas que têm cursos ministrados em inglês. O TOEFL predomina nos Estados Unidos e o IELTS na Europa e demais países com cursos em inglês. O valor dos testes é em torno de US$ 200 (cerca de R$ 750).

·       Espanhol: DELE e SIELE

Os exames DELE correspondem aos diplomas de língua concedidos pelo governo da Espanha. Eles têm validade por tempo indeterminado. O SIELE, que compreende todas as variantes da língua, é um exame feito por uma parceria entre Espanha e México. Ele tem validade de dois anos. Existem seis provas diferentes de DELE, que avaliam as competências e níveis de fluência da língua (do A1 ao C2). No site do Instituto Cervantes é possível saber mais sobre cada nível e descobrir o grau de dificuldade de cada um vendo modelos de exames.

O SIELE, por sua vez, será dividido em quatro provas que compreendem as diferentes competências da língua (leitura, audição, escrita e oral). O candidato pode optar por avaliar apenas algumas dessas competências. Os exames de proficiência serão realizados de forma eletrônica em centros autorizados. Mais informações estão disponíveis no site oficial do exame.

Diferentemente dos exames de proficiência em inglês, porém, os DELE e o SIELE não podem ser prestados a qualquer momento. Há um cronograma de provas para cada ano e os valores para prestar os exames vão de R$ 210 a R$ 450.

·       Francês: DELF / DALF

Quando falamos de língua francesa, falamos de DELF e DALF. No Brasil, a única instituição autorizada a aplicá-los é a Aliança Francesa, que estabelece um mesmo calendário de provas e taxa de inscrição para todo o país.

Ao todo, são seis diplomas oficiais, correspondentes a seis níveis diferentes. No geral, universidades exigem diplomas dos níveis B2 ou C1 para admitir estudantes estrangeiros. Os diplomas têm validade permanente e, para prestá-los, é necessário fazer antes uma avaliação para saber o nível mais adequado. Mais informações sobre essas etapas estão no site da Aliança Francesa.

As provas são aplicadas duas vezes ao ano, uma no primeiro semestre e outra no segundo. As inscrições devem ser feitas presencialmente em unidades da Aliança Francesa e custam entre R$ 172 a R$ 612.

·       Alemão: Goethe-Zertifikat

Os exames que comprovam conhecimento deste idioma são chamados Goethe-Zertifikat e são aplicados pelo Goethe Institut no Brasil. Existem ao menos 11 avaliações, que medem os diferentes níveis de competência, desde A1 para iniciantes até C2 para o nível mais alto. Novamente, a exigência muda de universidade para universidade.

As provas acontecem duas vezes ao ano. Valores vão de R$ 165 a R$ 575, dependendo do nível.

·       Mandarim: HSK

Menos conhecido que os outros exames de proficiência, o HSK avalia a proficiência dos estudantes em mandarim. São seis níveis de avaliação, que medem, em termos gerais, a quantidade de vocabulário que o aluno domina – sendo uma faixa de 150 “hanzis” (caracteres chineses) para o nível I e 5 mil para o nível VI.

No Brasil, o Instituto Confúcio é o único órgão autorizado pelo governo da China a aplicar o HSK, bem como a versão do teste voltada para adolescentes, o YCT. As datas e os valores dos exames de proficiência variam de acordo com os centros de aplicação, mas em geral são realizadas duas edições por ano, com valores que vão de R$ 30,00 a R$ 350,00.

Para quem pretende prestar o exame a fim de ser admitido em uma universidade chinesa, é importante observar que a maior parte dos cursos oferecidos para estrangeiros na China exigem certificado de inglês. Um diploma de mandarim, porém, pode ser visto como diferencial pelos selecionadores.

 Fonte: <https://www.estudarfora.org.br/principais-exames-de-proficiencia/>.

Outras dúvidas?

Entre em contato conosco.