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Pesquisa

Sítio Arqueológico do Bisnau é objeto de estudo em pesquisa científica

Criado: Quarta, 16 de Agosto de 2017, 18h15 | Última atualização em Terça, 22 de Agosto de 2017, 09h38

Visita técnica originará um catálogo de pinturas e gravuras rupestres produzidas na região há aproximadamente 10 mil anos

O Sítio Arqueológico do Bisnau, em Formosa, está servindo como uma das fontes de pesquisa de iniciação científica “Iconografia das Tradições: um Estudo da Arte Rupestre Formosense com vistas à Criação de um Banco de Imagens”, pelo programa PIBIC-EM. Nesta segunda-feira, 14 de agosto, as alunas Michelly Rayssa Freitas Rodrigues, bolsista do 2º ano de Saneamento, e Luiza Costa da Cruz, voluntária do 1º ano de Biotecnologia, acompanhadas do professor de Artes e coordenador do projeto, Edson Rodrigo Borges, dos servidores Alexandre Camozzi, Milton Pereira das Neves Filho e Vinícius Martins Souza, e do guia de turismo Noel José dos Santos, realizaram parte do projeto, captando imagens e fazendo levantamento topográfico no Bisnau.

A captação de imagens foi realizada pelo servidor Vinícius Martins e pelas estudantes. Os servidores Alexandre e Milton, que também são engenheiros civis, realizaram o levantamento topográfico com georreferenciamento e o auxílio das alunas.

A pesquisa consiste em criar um banco de imagens que auxilie arqueólogos, antropólogos e demais pesquisadores no mapeamento da produção iconográfica dos povos primitivos habitantes da região. O projeto também visa estabelecer ações de preservação e divulgação deste patrimônio material e cultural.

Outras visitas técnicas também farão parte do projeto e resultarão em um conjunto de imagens, dados e referenciais que servirão para a finalização da pesquisa. Após o estabelecimento do banco de imagens, será produzido um artigo a ser apresentado em eventos institucionais ou científicos.

A região de Formosa conta com 42 sítios arqueológicos, segundo o cadastro nacional do Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (IPHAN), mas a pesquisa se concentra no estudo e catalogação dos petróglifos do Bisnau e dos pictóglifos de Lapa da Pedra. Formosa possui pinturas e gravuras rupestres de, aproximadamente, 10 mil anos.

O reconhecimento e o interesse por parte dos jovens do patrimônio cultural da cidade é fator importante para a preservação e manutenção destas fontes de pesquisa sobre as raízes históricas locais. Luiza Costa, aluna do 1º ano de Biotecnologia, voluntária no projeto, reconhece que grande parte dos jovens não se interessam em conhecer o passado. "As pessoas da minha idade não têm muito interesse em conhecer a história dos seus antepassados, os vestígios que eles deixaram. Os jovens hoje preferem as tecnologias ao passado", analisou. Entretanto, a aluna afirma que o tema da pesquisa despertou seu interesse.

 

Setor de Comunicação Social/Câmpus Formosa

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